quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
domingo, janeiro 20, 2008
Domingo, 20 de janeiro de 2007


“Alter do Chão é um roteiro obrigatório de turismo na região. Recebemos muita gente que vem de Manaus, mas também da América Central, do Caribe, dos Estados Unidos. Grandes navios aportam aqui todos os anos, mas nós ainda precisamos de saneamento de qualidade para darmos, tanto aos turistas quanto aos moradores, o atendimento que eles merecem. Enquanto isso não chega, vamos fazendo arranjos de natureza social que fazer com que possamos sonhar com aumentar nosso fluxo de turistas ”.
Tive a oportunidade de ver e falar com Gil e me surpreendeu a antipatia com que tratou aos repórteres. Talvez fosse o cansaço da viagem, ou de ter tocado no Festival de Verão de Salvador um dia antes. O fato é que, na sexta-feira, ele parecia mais animado ao ser convidado a cantar uma música em uma rádio-poste.
Para passar um dia em um dos 10 apartamentos da pousada flutuante Uacari, ligada ao programa de ecoturismo do Instituto Mamirauá, organização responsável pela gestão da reserva, o interessado vai gastar R$ 300 a diária.
domingo, janeiro 06, 2008
domingo, 06 de janeiro de 2008
A pelo menos uma centena de horas em filas de repartições públicas,
A patrões, gerentes, encarregados, candidatos,
A pastores, pesquisadores e a toda a sorte de puxa-sacos.
Sobrevivi à distância física e temporal. À espera.
Sobrevivi para ver chegar o “tempo dos rumores arrebentarem”,
Para o grande barato de escapar às balas perdidas,
Aos veículos e nações desgovernadas.
Vinte e tantos poucos anos sobrevivendo a planos econômicos e outros tantos desmandos
Os malefícios do sol, a água do mar poluído,
O vento encanado, a friagem, o sereno,
O bicho-do-pé, o encosto, a espinhela caída,
O leite semidesnatado, o colesterol ruim...
Os perigos a evitar são outros para quem cumpre a tarefa de sobreviver conscientemente
Diante da proliferação dos bingos,
Da disseminação dos vírus,
Da má qualidade do ensino,
Dos shoppings center,
À ignorância e à disenteria cerebral.
Apesar de não ter sido convidado para o Jogo do Milhão
Sou um sobrevivente.
Comemoro com discrição para não incomodar ninguém
sábado, janeiro 05, 2008
sábado, 05 de janeiro de 2008
Itararé (SV) foto: Sullivan Leite - Waves Nem no Guarujá tem onda. Praia Branca, Maresias, Paúba....tudo flat. Liso e adequado para as crianças besuntadas de protetor solar e suas bóias; para os banhistas bêbados; para os noiados que vão queimar sua palha com água pela cintura. É verão, e só nos comerciais de refrigerante tem onda nesta época do ano.
Se quiser, tire a prancha da capa e vá remar. É um bom exercício. Depois, se sente sobre a prancha lá no fundo e observe os transatlânticos deixando a cidade. (Leve uma ou duas barras de cereais e aproveite a vista da praia lotada e dos fogos) No jornal, estão noticiando satisfeitos que esta temporada registrou um recorde em movimentação de navios de “luxo”. Acene seu lencinho para os passageiros espremidos no convés. Não seja rancoroso. Considere que já há navios como estes providenciando piscinas com ondas. Talvez esteja na hora de imaginar a possibilidade de compartilhar daquele sopão marítimo ao som de muito axé.
Porque, ondas, em Santos, não mais. Nem mesmo para os padrões de um surfista de Brasília.
sexta-feira, janeiro 04, 2008
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
domingo, dezembro 23, 2007
Domingo, 23 de dezembro de 2007
Para o ex-Karnak, André Abujamra, “Essa banda é uma mistura de Kusturica com Hermeto, um pouco de Cuba com macarrão. Um pouco de Paulista sendo de Brasília, um pouco de Brasília sendo do Brasil, um pouco do mundo sendo da Terra e, por que não, um pouco de Karnak com Los Hermanos”. Não entendeu? Pois o músico não se dá por vencido e segue explicando. “Gorbachev com Copacabana. Samba de russo, pagode de cego com Tom Waits. Se fosse teatro seria Tadeus Kantor, se fosse foto seria do Rodchenko, se fosse esquilo não sambaria”. Ah, então tá, né.
Explicações à parte, o fato é que, capitaneada pelo carismático e elétrico vocalista André Gonzales, a banda, em 2007, foi destaque em vários festivais de música independente Brasil afora. Como, aliás, já acontecera em 2006.
O convite para tocar - ao lado de Lobão e da festejada Vanguart - em um programa global em homenagem ao maluco-beleza Raul Seixas e o fato de ter sido selecionado para compor o Projeto Rumos, do Itaú Cultural, só reiteraram o ótimo ano do grupo. E confirmaram o reconhecimento dos fãs que lotam cada disputado show em Brasília.
(Segundo a própria banda, na capital federal, seu cd de estréia, Idem, vendeu duas mil cópias em apenas dez dias. Muito embora, para mim, o disco não faça jus aos méritos do grupo, já que “limpa” excessivamente a massa sonora produzida pelos dez músicos. Sim, dez).
Outro detalhe importante é que, fiel à máxima punk “faça você mesmo”, a banda não se acomoda sob os holofotes que vão gradativamente se acendendo e segue tocando como se não tivesse quase dez anos de estrada, divulgação no site da gravadora Trama, e viesse recebendo críticas elogiosas e, mais importante, amealhando cada vez mais fãs. Cientes da relatividade do sucesso, os músicos organizam na capital federal o projeto Móveis Convida. Dessa forma, já tocaram ao lado de novos nomes que vem se destacando, como Orquestra Imperial, Teatro Mágico, Canastra, Ludov.
Para os detratores não dizerem que só falei de flores, segue trecho de reportagem publicada pela revista Veja: “Essas bandas são a trilha sonora do momento daqueles que Reinaldo Azevedo, colunista de VEJA, batizou de "remelentos e mafaldinhas" – os universitários de classe média que adoram embarcar em presepadas esquerdóides, como a recente invasão da reitoria da Universidade de São Paulo (USP). Tanto o Mombojó quanto o Móveis Coloniais de Acaju foram forjados por estudantes de universidades federais”.
É bem verdade que a banda, assim como Los Hermanos, faz parte daquela cena “universitário cabeça", mas se sua música é boa e seus shows empolgam e fazem dançar, que importa que faça trocadilhos kafkanianos como na música Metamorfose: “Quando acordou, Gregório Samsoniti / Tinha se tornado um horrível sanduíche / De frango compactado / De frango com aliche”. Além do mais, são a Veja e o Azevedo quem estão dizendo.
Para quem quiser saber mais sobre a banda, optei por postar abaixo o primeiro vídeo-clip feito pelo Móveis, mas recomendo outros vídeos do youtube que, gravados ao vivo por fãs do grupo, pecam na qualidade do som, mas dão uma mostra fidedigna da energia dos caras no palco. Além disso, dá para ouvir boa parte das músicas do disco Idem em http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/produtos/cd_idem/index.php
sábado, dezembro 22, 2007
Sábado, 22 de dezembro de 2007
Você sabe o que é resiliência?quinta-feira, dezembro 13, 2007
Quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Uma boa chance para quem está (ou vai a) em São Paulo conhecer, de graça, o trabalho do premiado Grupo XIX de Teatro. sexta-feira, dezembro 07, 2007
Sexta-feira, 07 de dezembro de 2007
Descobrimos também que o venezuelano é orgulhoso. Somando-se a isso a histórica opressão a que foi submetido e a falta de autonomia, fica fácil entender os arroubos verbais de Hugo Chávez.
Como nos contou um taxista, Chávez já foi bem mais moderado com as palavras, mas parte da população, sobretudo as camadas mais pobres, justamente a que lhe dá sustentação política, achava que daquela forma o presidente não conseguiria se impor. Vai daí, talvez, o jogo para a platéia. O fato é que o presidente roubou a cena e assumiu papel de destaque entre os líderes latino-americanos.
Mas nestas últimas considerações, o que quero é registrar algumas informações e impressões sobre a capital, Caracas, onde passei todo o tempo.
A moeda local é o Bolívar, por nós apelidada de biro-biro. No câmbio oficial, um dólar equivale a pouco mais de dois mil bolivares. Já nas ruas, no câmbio negro, é fácil encontrar quem pague até cinco mil biro-biros.
Para situarmo-nos financeiramente. O metrô custa 500 bolivares (US$ 0,10 no câmbio negro). Uma garrafa d’água mineral, 1.500 bolivares, mesmo preço do jornal El Nacional. Um bom almoço ou jantar fica entre 19 mil e 30 mil biro-biros, ou seja, no máximo, R$ 12.
Um alimento típico é o arepa, espécie de pão de milho. Há casas especializadas que o vendem recheado com tudo o que houver disponível no país. O raciocínio parece ser, se é de comer, então e possível rechear um arepa. Eu, particularmente, só o comi puro, no máximo com manteiga, e não gostei.
O país, um dos maiores exportadores mundiais de petróleo, é rico, embora sofra do mal que atinge todas as ex-colônias ibero-americanas: a concentração de riqueza na mão de poucos.
Sendo produtor de petróleo, a gasolina, lógico, é extremamente barata. O que explica a quantidade de carros, sobretudo de carros antigos. Disseram-nos que com o preço de uma garrafa d’água grande é possível encher o tanque de um carro.
É justamente com o dinheiro da exportação de petróleo venezuelano – cujo principal comprador, vale dizer, são justamente os Estados Unidos – que o governo tem bancado os programas sociais de redistribuição de renda. Muitos acusam Chávez de ser populista, mas o fato é que o país sempre ganhou muito dinheiro com a venda do óleo e permitiu que poucos se beneficiassem desta riqueza.
Chávez, sem dúvida alguma, contrariou muitos interesses desde que chegou ao poder, em 1992, através do voto. Seja atuando junto a Opep de forma a elevar os preços do barril de petróleo, seja se aproximando de regimes classificados pelo governo norte-americano como ditatoriais ou que apóiam o terrorismo.
Se alguém estiver indo a Caracas, recomendo o Hotel Savoy, na Av. Francisco Solano com Las Delícias, no bairro Sabana. Simples, mas barato e bem localizado, além de ter um ótimo restaurante no térreo. Fica a poucas quadras do comércio.
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Segunda-feira, 03 de dezembro de 2007

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Outra coisa impossível de deixar de notar: a onipresença de Hugo Chávez. Ainda mais nestes tempos de referendo popular sobre a reforma constitucional venezuelana. Chávez, autor do projeto, representa o sim à proposta. Um estudante, Yon Goicochea, e o ex-ministro da Defesa do governo Chávez simbolizam o não.
Contudo, quem estiver atento aos símbolos logo perceberá que a influência de Chávez vai além. Basta se deparar com, por exemplo, as pequenas constituições que são vendidas em bancas de camelôs. Ou o livrinho com a cópia dos 69 artigos constitucionais que Chávez e a Assembléia Nacional pretendem alterar, a partir deste domingo, com a concordância dos cidadãos.
A reforma constitucional, como a esta altura todos já sabem, voltou a evidenciar a divisão da sociedade venezuelana, acirrando os ânimos. Na semana passada, antes do pleito final, ocorrido no último domingo 92), um funcionário público foi assassinado durante uma manifestação dos que eram contrários ao projeto de reformas. Chávez e parte dos seus se apressaram a alçá-lo à condição de mártir. Ao mesmo tempo em que perdiam o apoio de nomes importantes entre os até então governistas e que foram empurrados para a oposição pelo que entendem ser um golpe velado nas instituições para que Chávez se perpetue no poder.
Na última sexta-feira, quando cheguei a Caracas, ocorria o encerramento da campanha a favor do sim. O próprio presidente Chávez foi à Avenida Bolívar, uma das principais de Caracas, e discursou para dezenas de milhares de simpatizantes vindos de todo o país. Não sei se estranhei mais ver as fotos de Chávez em todos as publicações institucionais, incluindo um cartaz enorme no prédio do Ministério de Minas e Energia, ou se vê-lo discursando como um candidato.
Diferentemente de mim, alguns venezuelanos com quem conversei não estranham este fato. E, pelo que me disseram, nem chegam a dar tanta importância aos arroubos de Chávez, que voltou a ameaçar a tudo e a todos: George W. Bush, os oligarcas venezuelanos, os jornalistas, os bancos espanhóis e o presidente da Colômbia, por ele tratado como “um peão dos interesses norte-americanos”. Em uma de suas frases de maior efeito, prometeu embargar a venda de petróleo venezuelano para os norte-americanos. “Não haverá sequer uma gota se houver distúrbios após a realização do referendo”.
Ainda assim – ou, até por isso – Chávez é popular e querido por muitos. Na mesma medida em que é odiado por muitos outros. De forma que é difícil alguém de fora, em pouco tempo, tecer considerações conclusivas sobre o processo sócio-político venezuelano. Ainda no aeroporto, uma senhora cubana que vive há muitas décadas no país disse estar o deixando por não querer assistir ao “mesmo filme” que já vira em sua ilha natal. Tudo bem que ela disse que não há terra como os Estados Unidos, mas opinião é como cú, todos têm, e cada um deve respeito.
Da mesma forma que ao taxista que me disse que Chávez realiza o melhor governo de todo o mundo (vai saber quantos países ele já visitou rodando em seu carro com a gasolina barata do jeito que é no país?). Para ele, está fora de cogitação argumentar que Chávez não é um ditador. “Como podem dizer isso se o sujeito governa um país onde é possível tomar o seu mandato por meio de um referendo popular”.
As coisas não são tão simples, o sabemos, mas ambos os lados parecem não ter muitos pudores em relação ao reducionismo.
sexta-feira, novembro 30, 2007
Sexta-feira, 29 de Novembro de 2007
segunda-feira, novembro 26, 2007
Segunda, 26 de novembro de 2007



sábado, novembro 24, 2007
Sábado, 24 de novembro de 2007
Com 13 anos de carreira e muita história para contar, os pernambucanos do Nação Zumbi trazem a Brasília o show do sétimo álbum. Descrever o som do grupo precursor do mangue beat é uma tarefa difícil, que ficou ainda mais complexa após nova mistura de sons. Além do ritmo tradicional, o grupo introduziu maracatu, baião, rock, psichocarimbó, coco dub, eletrônica, psicodélico e frevo. Difícil saber quando começa um e termina o outro. No palco do Centro Comunitário da UnB, Lúcio Maia (guitarra), Jorge du Peixe (vocal), Pupilo (bateria), Dengue (baixo), Glimar Bola 8 (percussão) e Toca Organ (percussão) mostram tudo isso em forma de espetáculo, com direito a projeções de vídeo e um cenário super produzido.
sexta-feira, novembro 02, 2007
Sexta, 02 de Novembro de 2007
“Espera um pouco
À minha morte não denomines morte.
Morreu (ainda que não definitivamente, esperemos) no último dia 15, o poeta Cassiano Nunes (1921-2007). Resisti a escrever o poeta santista, embora ele se identificasse com os artífices seus conterrâneos e cantasse a terra, principalmente o Paquetá e seu porto. Resisti a adjetivá-lo porque sua obra é [ou será] patrimônio nacional e domínio público. A poesia de Cassiano está ao lado dos grandes, mesmo “seu povo não o reconheça”.
Também não escrevi porque cismei com o fato de sua passagem - e as devidas homenagens tardias - ter se dado em Brasília, onde ele vivia desde 1966, tendo lecionado na UNB por 25 anos. Nunes passou seus últimos dias não à sombra de Brás Cubas, mas sim cuidando dos muitos livros de sua casa, na Asa Sul brasiliense.
Posso estar equivocado (coisa comum de ocorrer!), mas me parece que basta ler a obra de Nunes para entender que, apesar de ter corrido mundo desde muito cedo, o poeta que, dizem, ficou sem escrever por mais de 20 anos por considerar seus poemas ruins, queria mesmo é que dissessem dele o mesmo que ele próprio escreveu sobre Ribeiro Couto, outro a nascer em Santos:
“Meu amigo morto, por onde andará? Deve estar junto ao porto, no cais do Paquetá.
Correu longes terras, mas afinal voltou, vistas as paisagens que, infante, sonhou.
Que importa seu povo não o reconheça e seus versos sensíveis até desconheça?
À gente tão fria, Couto absolverá. Já voltou a Santos, ao cais do Paquetá”.
(CANTIGA PARA RIBEIRO COUTO)
domingo, outubro 28, 2007
Sexta, 19 de Outubro de 2007
fotos: Antonio Cruz /ABr
Foram dezessete instalações militares de três estados (Amazonas, Acre e Rondônia) em apenas sete dias. Entre pousos e decolagens em pistas perdidas em meio à Amazônia Ocidental, quase 18 horas sobrevoando a floresta em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). Aviões (Casa) e helicópteros (Blackhawk).
Além da dimensão continental da floresta, flagrantes de desmatamento, militares, indígenas, missionários, ribeirinhos, policiais e uma sucuri de mais de dois metros.
Locais onde, segundo constatou o próprio ministro da Defesa, Nelson Jobim, a presença do Estado se limita às Forças Armadas. Jobim comandou a comitiva de autoridades, que incluía, além da ministra da Casa Civil, Dilma Roussef, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, cinco ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica.
As legendas das fotos precisam ser corrigidas. Nem sempre correspondem ao local com que nomeei o arquivo. Assim que tiver tempo, vou tentar arrumar isso.
domingo, setembro 30, 2007
segunda-feira, setembro 10, 2007
Segunda-feira, 10 de setembro de 2007
quinta-feira, agosto 02, 2007
Quarta-feira, 2 de agosto de 2007
Ruínas de Quilmes, ArgentinaAs paisagens são MUITO lindas. Estamos no meio das montanhas, em um local selvagem, com llamas e aves que nunca tinha visto. A mi me gusta!
A caminho de Cafayate passamos por Amaicha del Valle, onde fica a única comunidade indígena do norte portenho. A cidade garante ter o "melhor clima do mundo". São, segundo eles, 300 dias de sol no ano.
Também visitamos as ruínas de Quilmes (foto), onde o povo nativo primeiramente foi colonizado pelos Incas (vindos do Peru), para em seguida ser subjugado pelos espanhóis. Levados a pé até Buenos Aires, a raca se extiguiu voluntariamente, preferindo morrer a viver cativa. As ruinas ficam na montanha, um lugar muito forte, onde é possível sentir uma energia muito forte.
Por fim, passamos por Tucuman. Para mim, a experiência foi um pouco parecida com visitar o Nordeste do Brasil após estar há algum tempo vivendo em Brasília, ou seja, um choque diante da mudança.
Assistimos a final da Copa América (BrasilxArgentina) em um bar em Tucuman. 'Brigamos' com um velho porque ele não gostou de festejarmos os gols do Brasil. Nunca quis tanto estar no Brasil quanto depois da vitória da seleção. Enfim... acabamos indo a uma boite gay, cheia de travestis. Me diverti muito com um espetáculo, mas não gostei quando uma menina me pegou pelo braço, apertando-o e dizendo "hermosa". Bom, não era muito diferente de estar em uma festa do Conic, em Brasília.
Por enquanto, é isso.
Beijos,







