terça-feira, março 31, 2009
Sons de Norte a Sul
De Norte a Sul
PIO LOBATO (PA) - http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=11655
LOS PORONGAS (AC)- http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=66346
AUTORAMAS (RJ) - http://autoramas.uol.com.br/index_home.html
PATA DE ELEFANTE (RS) - http://www.patadeelefante.com/
VANGUART (MT) - http://www.vanguart.com.br/
CHARME CHULO (PR) - http://www.charmechulo.com.br/
VOLVER (PE) - http://bandavolver.blogspot.com/
WADO (SC? AL? Resultado da mistura dos dois?) - http://www2.uol.com.br/wado/
FLORA MATOS (DF) - http://br.myspace.com/cslindaflor
GARAGE FUZZ (Santos, quer dizer SP) - http://www.myspace.com/garagefuzz
CACHORRO GRANDE (RS) - http://www.cachorrogrande.com.br/
LUCY AND THE POPSONIC (DF) - http://www.overmundo.com.br/overblog/entrevista-com-lucy-and-the-popsonics
TIANASTACIA (MG) - http://tianastacia.com.br/2009/
CANASTRA (RJ) - http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=318
quarta-feira, março 25, 2009
Assunto : Saudaciones, compañero (9)
Para : semifosco semifosco@blogspot.com
08 de mar 2009 19:01
Destino de nove entre dez surfistas que viajam ao Equador e que não seguem para Galápagos, Montañita não consta da maioria dos mapas equatorianos oficiais. Omissão que não impediu que a praia da província (estado) de Santa Elena ficasse mundialmente conhecida, tornando-se um verdadeiro surf point, freqüentado não apenas pelos aficcionados no esporte, mas também por mochileiros em geral, hippyes, freaks e algumas gatas.
o Brasil e do mundo (litoral Norte de São Paulo, Bali, Pipa, Floripa, Costa Rica, etc): aos primeiros surfistas seguiram-se outros tantos jovens com outros interesses. Junto vieram as garotas e as primeiras festas, realizadas na praia mesmo. Não demorou e as informações sobre o novo “paraíso” circularam entre os mais “descolados”, chamando a atenção de alguns “formadores de opinião”.
Alguns dos moradores mais capitalizados constroem as primeiras pousadas e não tarda muito para que surjam os primeiros “forasteiros” que, apaixonados pelo local, decidem fixar residência e aproveitar o que ainda resta do paraíso original, contribuindo, na maioria das vezes e ainda que involuntariamente, para acelerar o processo de degradação local. Vem a primeira padaria, o primeiro café, a cantina italiana, pizzaria e, dependendo do afluxo de turistas, não tarda a surgir uma grande boate com letreiro néon divulgando as baladas de quarta à domingo. Em Pipa (RN), até recentemente uma pacata vila de pescadores, uma loja vende roupas da Blue Man e da Crawford. Em Montañita, há uma surf shop com Reef e Billabong. O tipo de consumo almejado pelos moradores destes locais que, na maioria das vezes, vivem uma outra realidade econômica.
Carlos Leite
terça-feira, março 10, 2009
Qualquer que seja o país subdesenvolvido, os mais pobres serao sempre igualmente feios. Ainda que uma ou outra Nacao se destaque por "contar" com uma pobreza mais fotogenica, daquelas que excitam os leitores da National Geographic, ao vivo, a feiúra terá a mesma aparencia, os mesmos ritos e gestos e, principalmente, o mesmo cheiro.
* * *
Como ve, amigo semi-fosco, hoje meu humor nao está em seu melhores dias. Estou em Guayaquil, novamente indisposto devido a algo que comi, creio eu. Por causa disso, nao pude fazer o passeio de trem ate o Nariz do Diabo. Acordei cedo (5 h.), ainda em Riobamba, e apanhei um onibus até a cidade de Alausi. Normalmente, este trajeto de duas horas seria percorrido já de trem, mas devido as fortes chuvas que castigaram o Equador há algumas semanas, o percurso está interrompido. Assim, lá fomos nós, turistas de diversos países, em um onibus de US$ 2, sem qualquer aventura.
Permaneci em Alausi enquanto o grupo seguia de trem rumo ao Nariz do Diabo, economizando US$ 8. Talvez tenha sido melhor, ja que tive mais de tres horas para circular pela pequena cidade. Alem disso, o trem nao é propriamente um trem. Montaram a estrutura de um onibus sobre a carroceria de um trem, e é isso. Mas nao pense que estou desqualificando o passeio a que só nao fui por "forcas maiores". A regiao é belíssima e nao duvido que valha muito a pena.
De Alausi apanhei um novo onibus para Guayaquil e tive de aguentar o sarcasmo do bilheteiro ao perguntar se o veículo em que permaneceríamos por quase quatro horas, sem parada, dispunha de banheiro. Diante da resposta negativa, pensei em me precaver e aproveitar o banheiro da estacao, mas para minha surpresa, o mictório masculino ficava ao fundo da sala de espera/garagem, a vista de todos que aguardavam sentados pelo horário de embarcar.
Te conto essas coisas para que voce compreenda a seguinte conclusao: no Equador, ou o sujeito perde o pudor ou vai passar maus bocados estrada a fora.
Nao acho conveniente voce publicar este e-mail politicamente incorreto, mas eu precisava registrar algumas das impressoes ruins que tive do país. E isso inclui, além do transporte e das condicoes das estradas, a comida, que tem me causado grande estranheza. Nao porque os alimentos sejam desconhecidos, mas pelo aspecto da maioria dos lugares onde tenho confiado fazer minhas refeicoes.
Lógico que minha condicao de mochileiro nao me permite comer em lugares muito caros, mas após meu segundo desarranjo intestinal, posso dizer que já provei da comida de alguns "copos sujos" e de restaurantes nao tao modestos. Com excecao da cantina italiana de Baños, nenhum chegou a surpreender. E em quase todos, a quantidade de moscas me colocou de alerta.
Nao me sinto disposto a conhecer Guayaquil. Vejo em material turístico propaganda sobre a reurbanizacao do chamado Malecón, uma espécie de bulevard ou quarteirao, nao sei ao certo, revitalizado, mas leio o articulista de um jornal criticando as autoridades locais por proibirem pessoas calcando "zapatillas" de andarem pelo local ou mesmo que casais de namorados se beijem ou "demonstrem afeto exacerbado".
Amanha, sigo para a praia. Espero estar melhor para poder te enviar e-mails mais satisfeitos.
Abraco
Carlo Leite
sábado, março 07, 2009
quinta-feira, março 05, 2009
Assunto : Saudaciones, compañero (7)
Para : semifosco semifosco@blogspot.com 03 de mar 2009 17:20
segunda-feira, março 02, 2009
Assunto : Saudaciones, compañero (7)
Para : semifosco semifosco@blogspot.com 01 de mar 2009 20:50
domingo, março 01, 2009
Assunto : Saudaciones, compañero (6)
Para : semifosco semifosco@blogspot.com
28 de feb 2009 22:02
tive após almoçar em Otavalo, andei bastante à procura de um lugar que me parecesse limpo. Como nao quis arriscar e eventualmente comprometer minha ida, amanha, ao Vulcao Cotopaxi, preferi nao experimentar a comida típica local, o chugchucara. Imagino que um suiço ou holandês faria a mesma expressao que eu diante desta iguaria. Por fim, encontrei o Restaurante Rodelu, que funciona no térreo do hotel de mesmo nome, entre as ruas Quito e Padre Salcedo. Asunto : Saudaciones, compañero (5)
Para : semifosco semifosco@blogspot.com
27 de feb 2009 20:45
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
Asunto : Saudaciones, compañero (4)
Para : semifosco semifosco@blogspot.com
27 de feb 2009 09:45
"El Valle del Amanecer, Otavalo, es probablemente el mercado más famoso en Sudamérica. Los visitantes de todo el mundo llegan a su plaza para llevarse las mejores artesanías y obras de arte y para gozar el paisaje circundante de esta región fértil y hermosa".
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
terça-feira, fevereiro 24, 2009
VC TEM 01 NOVA MENSAGEM
Asunto : Saudaciones,compañeiro - 24.02.09
Para : semifosco semifosco@blogspot.com - mar, 24 de feb 2009 13:40
Inicialmente pensei em ir para Itacaré ou para o litoral Norte de SP, mas me lembrei da matéria e, consultando o site panamenho da Avianca - uma companhia aérea colombiana - consegui comprar bilhetes de ida e volta por menos de US$ 500. Ou seja, quase a mesma quantia que gastaria para ir a Bahia.
Acabo de chegar de uma breve caminhada de reconhecimento e posso te assegurar que esta é a palavra exata, reconhecimento, já que este bairro é a máxima representaçao de que a globalizaçao "planificou" o mundo, tornando-o mais uniforme.
Com suas boates, seus cafés e restaurantes de comida tailandesa, marroquina
A familiaridade, aliás, vai além. Na capa do El Comércio (US$ 0.35) de hoje, a manchete "La Humanidad celebró el Carnaval, pese a la crisis" explica o destaque dado a imagem de uma mulher em cima de um carro alegórico da...Grande Rio, do Rio de Janeiro. E nao bastasse isso, o jornal reporta para a ameaça local da Dengue.
Para encerrar e te provar que nao exagero ao dizer que me sinto em casa, veja os filmes em cartaz no Cinemark muito longe da sua casa: Operacao Valquiria, com Tom Cruise; Sim, Senhor, com Jim Carrey; O Curioso Caso de Benjamin Button, com Brad Pitt; a Pantera Cor de Rosa, com Steve Martin e Quem quer ser um Milionário, Oscar de melhor filme.
Agora, experimenta ver o que está passando aí próximo a sua casa.
Abraçao do seu brother,
Carlos Leite
sábado, fevereiro 14, 2009
...cantor e compositor folk britânico, cujo disco parcialmente reproduzido aqui intitula-se HOBO (vagabundo; sem-lar). Irmão do também músico Tom Baxter, abriu shows de Peter Gabriel após este conhecer sua música. Por ora, é tudo que sei, mesmo após pesquisa ao google.
Portanto, clique play e conheça sua música antes que ele se torne "in" ou algo do tipo e as informações sobre ele sobrepujem as sobre seu trabalho.
Charlie Winston
terça-feira, fevereiro 10, 2009
Contra a nudez gratuita
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Não Li e Não Gostei
Havia a polêmica em torno da concessão de asilo político, pelo governo brasileiro, ao ex-militante de esquerda, Cesare Battisti.
ão do número de beneficiários do Bolsa Família. Só que aí já seria pedir demais, afinal, por mais azedo que fosse o texto, leitores menos atentos poderiam concluir que o governo é bacana. Vai daí que, com tudo isso e muito mais, a ultra-direitista Veja achou por bem brindar seus leitores com um assunto da maior relevância: Por que eles nunca crescem? 


sábado, janeiro 31, 2009
Enfim, doze meses após a animação iraniana Persépolis ter sido exibida nos cinemas brasileiros, a Euoropa Vídeo lança o filme em dvd. Indicado ao Oscar 2008 e vencedor de prêmios internacionais, o filme é dirigido por Vincent Paronnaud e Marjane Satrapi, cujo hq serviu de base para a produção desta animação.
Como diz a sinopse, "é a comovente história da própria Marjane, uma jovem que cresceu no Irã durante a Revolução Islâmica. Através de seus olhos precoces de nove anos, vemos as esperanças de um povo golpeado pela tomada do poder pelos fundamentalistas". Ainda jovem, ela deixa seu país e busca abrigo em Viena, mas, após algum tempo, decide retornar ao Irã, onde encontrará muitas mudanças.
domingo, janeiro 25, 2009
Arquitetura da Destruição
Para quem está acostumado a ouvir falar sobre "um dos maiores gênios do século" como "o último comunista", é algo estranho verificar a maneira com que Niemeyer e os sucessivos governos do Distrito Federal concordam sobre a necessidade de inaugurar novas e sempre grandiosas obras que "complementem o plano original" que é Brasília.
As obras do "último comunista" nunca se destinam a qualquer uma das cidades-satélites, onde se reúnem mais de 1 milhão de trabalhadores (de todas as classes sociais) que tornam Brasília real, e não apenas o cartão-postal que é o Plano Piloto.
Pelo tom de meu texto, dá para notar que sou dos que consideram desnecessária essa tal praça e seu chifre de concreto de "100 metros de altura". Prefiro o gramado onde, algum dia, ainda pretendo jogar uma bolinha com os amigos (nestes quatro anos de Brasília, nunca vi ninguém fazendo isso, mas imagino que não seja proibido). Só que, como não entendo lhufas de arquitetura e o centenário arquiteto dá a entender que eu, cidadão comum, não tenho direito a escolher entre grama e concreto armado (mesmo sendo um dos tantos que vai pagar), reproduzo abaixo o texto da também arquiteta e professora da Universidade de Brasília (UNB), Sylvia Ficher, publicado originalmente no site dedicado à arquitetura e urbanismo mínimo denominador comum.
Criador Versus Criatura - Sylvia Ficher
Coitada de Brasília, Oscar Niemeyer não gosta mais dela. Infelizmente, não dá mais para ignorar a realidade que aí está. Infelizmente, não dá para encontrar outra explicação para o estrago que o grande arquiteto federal vem fazendo, já há algum tempo, em sua principal obra, aquela que lhe rendeu suas mais altas honrarias, aquela que lhe garantiu uma posição ímpar no ranking dos arquitetos do século XX.
Tudo começou devagarzinho, primeiro a Praça dos Três Poderes sendo comida pelas bordas com o Panteão da Pátria, predinho sem graça e sem uso, verdadeira câmara escura que só serve para atravancar o espaço e impedir a vista… O Superior Tribunal de Justiça, a Procuradoria Geral da República e o Anexo do Supremo vieram na seqüência, bem mais pretensiosos e ainda mais fora de escala, com suas formas gratuitas e suas metragens gigantescas - afinal, quantos mais metros quadrados, melhor o honorário…
E assim, de projeto em projeto, cada vez mais intervindo na escala monumental da cidade, cada vez mais rompendo a graça e elegância da Esplanada dos Ministérios, chegou a vez do Complexo Cultural da República, com sua nanica biblioteca - nanica, talvez, por conta de um inconsciente desinteresse por edifícios úteis - e sua cúpula-museu - nem tão cúpula assim, menos ainda museu. De quebra, a bela Catedral Metropolitana perdeu sua ambientação urbana e, para piorar, foi estrangulada pela gravata de concreto que lhe dá uma rampa sem rumo ou razão.
Há coisa de dois anos, uma robótica pomba - isto mesmo, uma pomba! - seria o principal elemento da praça que, segundo o arquiteto, estava faltando no Plano Piloto: a Praça do Povo. Repetindo a ausência de paisagismo do vizinho complexo cultural, a cidade iria ganhar mais um árido calçadão, mais um inóspito vazio onde desde sempre havíamos convivido sem maiores problemas com um modesto gramado… E lembremos o que fora previsto para o local por seu legítimo idealizador: um espaço desimpedido destinado a atividades ocasionais, como paradas militares, desfiles esportivos ou procissões; nas próprias palavras Lucio Costa, "o extenso gramado destina-se ao pisoteio".
Ao que parece, Oscar Niemeyer se esqueceu da sua dileta pomba, aquela que, como afirmara veementemente à época, deveria ser a sua derradeira contribuição para Brasília e sem a qual o seu *opus* brasiliense estaria inconcluso. E parece que se esqueceu também do "povo"; agora, no mesmo local a praça será da "soberania". Lá deverá ser erigido um prédio imprescindível, seja para o povo, seja para a soberania: o Memorial dos Presidentes. E um Monumento ao Cinqüentenário de Brasília, a ser comemorado em 2010; para que ninguém deixe de entender a sua complexa simbologia, nada melhor do que um chifre de concreto, de cem metros altura, descrito como obra de grande ousadia tecnológica… Tanta construção apenas para encobrir um estacionamento subterrâneo… De quebra, na maquete eletrônica (incidentalmente, o novo tipo de empulhação arquitetônica que nos oferece o maravilhoso mundo da informática) é contrabandeado um antigo projeto vetado pelo IPHAN por desrespeitar em muito o gabarito estabelecido legalmente para o local - uma altíssima cobertura curva para abrigar shows de música popular, a qual implacavelmente lembra "as curvas do corpo da mulher amada", só que com redondinhos seios de silicone e já buchuda.
Coitada de Brasília. Afinal, apesar de tombada, há uma portaria do IPHAN que autoriza tudo isso: "Excepcionalmente, e como disposição naturalmente provisória, serão permitidas quando aprovadas pelas instâncias legalmente competentes, as propostas para novas edificações encaminhadas pelos autores de Brasília - arquitetos Lucio Costa e Oscar Niemeyer - como complementações necessárias ao Plano Piloto original". (Portaria nº 314, 8/10/1992, Art. 9º, § 3º ).
Tal qual o bordão de uma famosa personagem de programa humorístico, "Oscar Niemeyer pode!!*"
Coitada de Brasília. Para Oscar Niemeyer, ela está aí tão somente para manter ocupado o seu escritório sem risco de concorrência. Coitada de Brasília, cujo plano piloto foi escolhido transparentemente por concurso público, agora sujeita a decisões tomadas nos gabinetes de seus governantes.
Coitada de Brasília, fadada a ser conhecida daqui por diante não mais como Patrimônio Cultural da Humanidade, porém como Capital Mundial dos Unicórnios.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
2008 FOI UM ANO RUIM
Se a intenção dos editores era causar polêmica, devem ter conseguido. Ou não. Afinal, não dá para levar a sério a escolha de Machine Gun como a 4ª melhor do ano. Principalmente porque a revista não apresenta seus critérios e não diz quem são os responsáveis por eleger o que houve de "melhor" em 2008.
Como não conhecia - ou não lembrava - a maioria das dez mais do ranking internacional, recorri ao imeem para poder acompanhar a avaliar o trabalho da revista. Eis aqui, em ordem decrescente para criar um suspense, o pior do melhor de 2008, as dez mais escolhidas pela Rolling Stone Brasil.
Ouça aqui as músicas
Em 11º lugar, Sex on Fire, do Kings of Leon
Da primeira vez que tocou no Brasil, em 2003, a banda, entao revelacao, foi apontada como a próxima “coisa” a acontecer no rock. Muitos continuam esperando. Embora a música até soe legal, parece com uma daquelas canções dos filmes da década de 1980, tipo Ruas de Fogo (Street of Fire) http://www.interfilmes.com/filme_15428_Ruas.de.Fogo-(Street.of.Fire).html
10 – The Shock of Lightning, Oasis
Então o Oasis ainda existe? Pôxa, alguém precisa avisar a equipe do imeem ou copiar para o site o último disco da banda porque a música em questão não está disponível. Em virtude disso, as dez mais, na verdade, serão onze.
9 – Time To Pretend, MGMT
Ah, sei lá...A revista diz que o MGMT é a dupla mais cool de 2008 e que a música “transcendeu a barreira do hit instantâneo para virar hino de uma geração hedonista”.
8 – I Kissed a Girl, Katy Perry
Não conhecia, mas soa a música de produtor, saca? Daquelas que um executivo ou produtor musical escolhe uma garota bem-apessoada, contrata uns músicos capazes, escreve ele próprio umas letras para a garota cantar – de preferência, capazes de despertar falsa polêmica – e diz “Faz cara de sexy!”. Fake total, mas, em geral, essas músicas bombam nas pistas de dança.
7 – Pork & Beans, Weezer
Bom, com mais essa, a lista da revista já começa a fazer algum sentido. Simples, divertida e com uma letra engraçadinha. Para os fans, a banda já fez coisas muito melhores.
6 – Mercy, Duffy
Reconsideremos. Essa é, de longe, a melhor escolha até agora. A volta da soul music aos topos da parada e a prova de que as mulheres têm injetado swing e personalidade no pop atual.
5 – Never Miss A Beat, Kaiser Chiefs
Considerando as outras opções apresentadas até aqui, essa deveria ser a primeira da lista. O que não significa que seja nada de mais. Muito pelo contrário. A julgar por esse segundo cd da banda, o hype inicial em torno do Kaiser Chiefs talvez tenha sido injustificado.
4 – Machine Gun, Portishead
Misture o pior de Devo a Bjork e você tem...algo como essa chatice perpetuada pelo Portishead. Olha, se você já ouviu um minuto dessa faixa, pare agora pois não adianta esperar por algo que justifique a inclusão desta faixa entre as dez mais. Vai ser a mesma tortura até o final.
3 – Human, The Killers
““Close Your Eyes”???? Melodiazinha datada.
2 – Viva La Vida, Coldplay
“Ah, se eu, Chris Martin, fosse o Bono Vox”
E em primeirissimo lugar, Paper Planes, da indiana MIA
“Meu Deus! O que não é o relativismo cultural. Então essa foi a melhor música internacional de 2008? É tão chato ser moderno.
sexta-feira, janeiro 16, 2009
segunda-feira, dezembro 22, 2008
O MALA DO ANO
Como, neste caso, o voto não é secreto, "darei publicidade" ao meu:
"Se, ontem (21), até o ombudsman da Folha de S.Paulo reclamou da presença excessiva do excelentíssimo ministro Gilmar Mendes no jornal, quem sou eu para não reconhecer-lhe o mérito de ter sido o “mala do ano”. E olha que, a meu ver, ele ganhou da Maísa, do SBT. Páreo duro…"
Até o momento, pesquisas de boca-de-urna indicam que Mendes tem forte chance senão de ganhar já no primeiro turno, levar a disputa para o segundo turno, superando assim fortes candidatos como Lula, Maísa, Galvão Bueno e Luana Piovani.


