
Escrita em 1979 pelo dramaturgo norte-americano Martin Sherman, a história trata da perseguição nazista aos homossexuais à partir da segunda metade da década de 1930.


éculo XVIII se chama Fortaleza de São José. No entanto, desde a reforma que consagrou o local às margens do Rio Amazonas como motivo de orgulho dos macapaenses, todo o entorno da fortaleza passou a ser chamado popularmente como “Lugar Bonito”.
Em relação ao Brasil e a América Latina, especialistas afirmam que o democrata tende a ser tão protecionista quanto qualquer outro presidente norte-americano foi ou será. Entretanto, uma coisa é fato: Obama é pop.
Filho de um imigrante queniano e mulçumano, o candidato nasceu no Havaí, viveu alguns anos de sua infância na Indonésia e, de volta aos EUA, estudou na prestigiada Harvard. Durante a campanha presidencial, no entanto, alegou não ser mulçumano e evitou ressaltar o fato de poder se tornar o primeiro negro da História a governar a maior potência mundial. Além disso, também não costuma falar sobre a controversa questão da anexação, em 1898, do arquipélago havaiano pelos EUA.
Com seu histórico, Obama parece ter reacendido em boa parte do eleitorado as esperanças sobre a terra “das Oportunidades” ou “Promissora” . Sua campanha foi exitosa ao associá-lo à mudança com que sonha parcela dos norte-americanos e do resto do mundo após oito anos de gestão Bush Jr.
Somados todos esses fatores e considerada a estratégia de sua campanha, Obama atraiu o apoio de músicos, atores e artistas em geral. Além de reforçar sua imagem de sujeito “cool”, as celebridades com certeza lhe trarão votos preciosos.
O cd lançado por seu comitê para arrecadar fundos para sua campanha contou com nomes de peso da música e virou um sucesso na internet. Músicos do peso de Sheryl Crow, Lionel Richie, Adam Levine (do Maroon 5), Stevie Wonder, John Mayer, Jill Scott e outros cederam suas canções para que Obama recolhesse alguns dólares com a venda de Yes, We Can: Voices of a Grassroots Movement.
Eu, no entanto, acho que o cd não está à altura das músicas de que Obama diz gostar durante entrevistas sobre o assunto. Portanto, tomando por base as entrevistas que o candidato concedeu às revistas Rolling Stone e Blender, preparei um playlist com “as canções do Obama”. Somei às músicas citadas pelo democrata algumas que foram gravadas por artistas entusiasmados com sua candidatura.
À Blender, Obama apresentou a seguinte relação musical: Ready or Not (Fugees); What´s Going On (Marvin Gaye); I´m On Fire (Bruce Spingsteen); Gimme Shelter (Rolling Stones); Sinnerman (Nina Simone); Touch the Sky (Kanye West); You´d Be So Easy to Love (Frank Sinatra); Think (Aretha Franklin); City of Blinding Lights (U2) e Yes We Can (Will.i.am, do Black Eyed Peas).
À Rolling Stone, Obama destacou o quanto gosta de Bob Dylan e de Bruce Springsteen. Também disse gostar de jazz. Em outras entrevistas, ele citou a obra de Louis Armstrong. Como não mencionou uma música em particular, escolhi uma de que gosto muito e que, se fosse o coordenador da campanha, diria ser oportuna: We Have All The Time in the World. Quer uma mensagem mais esperançosa que essa para vender para o eleitorado.
Nesta primeira experiência, baixei algumas músicas apenas para ver se a ferramenta iria funcionar bem no meu blog. Deu certo.
(** O livro A Cauda Longa (Ed. Campus, 229 pág) foi publicado nos EUA em julho de 2006 e é o resultado de um detalhado estudo desenvolvido por Chris Anderson, editor-chefe da revista Wired, que analisa as alterações no comportamento dos consumidores e do próprio mercado a partir da convergência digital e da Internet. Trata-se da teorização de um fenômeno já existente e em virtuosa ascensão na indústria do entrenimento, que tem gerado um movimento migratório da cultura de hits para a cultura de nichos, a partir de um novo modelo de distribuição de conteúdo e oferta de produtos.
Antes da Internet, a oferta de produtos era feita única e exclusivamente através de meios físicos: um produto físico, distribuído através de um modelo de distribuição físico, exposto em lojas físicas, que atendiam os consumidores de determinada região. Nesse modelo, os custos de armazenagem, distribuição e exposição dos produtos são muito altos, o que torna economicamente viável apenas a oferta de produtos populares, para o consumo de massa. E é justamente por isso que crescemos acostumados a consumir um número reduzido de mega-sucessos; pop stars, block busters etc. Um varejista tradicional, que tem custos fixos altíssimos para manter sua loja aberta, não tem espaço nas prateleiras para ofertar um produto que não venda pelo menos algumas dezenas de exemplares todo mês. Essa é a cultura de hit.
Com o surgimento do mundo virtual, estamos cada vez mais transformando em bits o que antes era matéria. E é justamente o rompimento das barreiras físicas que torna possível a criação de modelos de negócios de Cauda Longa, em que a oferta de produtos é praticamente ilimitada, uma vez que os custos de armazenagem e distribuição digitais são infinitamente inferiores. Produtos economicamente inviáveis no modelo de hit encontram no meio digital seus consumidores. Por sua vez, os consumidores que antes tinham acesso a um número reduzido de conteúdos, passaram a ter uma variedade quase que infinita de novas opções. E passaram a experimentar mais, consumir produtos que até então desconheciam. É essa variedade e essa nova experimentação que proporcionam as alterações no consumo tradicional (Não é à toa que a geração da Internet é menos fiel às marcas e mais predisposta a consumir novos produtos).
O que antes era um mercado ignorado, não só passa a ter valor como vem crescendo a cada ano. Peguemos como exemplo o mercado de músicas digitais. Somadas, todas as centenas de milhares de músicas menos populares, de bandas menores ou desconhecidas no mainstream (novos nichos), cujas faixas vendem apenas alguns downloads ao ano na iTunes, já representam um volume de vendas equivalente ao dos poucos hits produzidos para vender milhões de unidades. - fonte: Wikipédia)
foto: Caetana
Você viu? O surfista guarujaense Adriano Mineirinho obteve o terceiro lugar no Quiksilver Pro France 2008, oitava etapa do campeonato mundial de surf, o chamado WCT.
ana, ao passar por uma banca de jornal do Centro de São Paulo, a capa do livro Quando eu era o tal – minha vida na Jack Kerouac School, de Sam Kashner, chamou minha atenção. Há algum tempo eu andava querendo lê-lo e inclusive cheguei a sugerir que me dessem como presente de amigo-secreto. Isso enquanto ele estava caro. Agora, como não o ganhei, achei melhor não perder a oportunidade de adquiri-lo por...R$ 9.90.
e torna viciada no veneno que Bill utiliza para matar os insetos. Estimulado pela mulher, que descreve o “barato” provocado pela substância como “bastante literário”, Lee toma seu primeiro pico. E logo, como Joe, está viciado.
Das conversas com as estranhas criaturas que vê nas situações mais inusitadas, Lee crê ter sido escolhido para ser um agente responsável por se introduzir em meio à corporação criminosa, reportando seus planos. Tudo isso pontuado por sua atração por um escritora que lhe lembra a esposa morta (vivida pela mesma Judy Davis) e as dúvidas sobre sua própria sexualidade.
Não nos deixemos enganar pelo sorridente senhor ao lado, um polemista. Antes de participar como autor convidado da Festa Literária Internacional de Parati (Flip), o colombiano Fernando Vallejo concedeu uma entrevista que motivou membros de uma comunidade virtual dedicada ao encontro literário a discutirem um eventual boicote à mesa onde Vallejo debateria com o holandês Cees Nooteboom o incerto tema “Paraíso Perdido”.
Cees Nooteboom
Em termos de popularidade, já é possível apontar o quadrinista e escritor britânico Neil Gaiman como a grande estrela desta sexta edição da Festa Literária Internacional de Parati (Flip).

Como em Porto Seguro (BA), na Flip também tem "pipoca", ou seja, a turma que acompanha a "festa" do lado de fora dos cordões, de graça.
icultou a vida dos pipocas, levando a grade até o limite da área coberta. Por sorte não choveu, mas, à noite, o sereno pode incomodar as mães que acreditam que a friagem seja maléfica. Além
disso, certas mesas mais concorridas exigem que o interessado chegue mais cedo a fim de conseguir um lugar de onde consiga ver e ouvir as palestras. Foi o caso de hoje, com a mesa que reuniu a cineasta argentina Lucrecia Martel e o escritor brasileiro João Gilberto Noll.